25 de outubro de 2017
Des.Gráfica: participação.
Tivemos a honra de termos sido convidados no ano passado pelos organizadores a participar no concurso enquanto membros do júri, e este ano acrescenta-se o imenso prazer de estarmos presentes no próprio evento como uma espécie de keynote speaker. Assim, lá estaremos para falar com um público interessado em como estender os quadrinhos a um campo cada vez mais expandido em todas as suas dimensões...
Por ocasião desse encontro, o site Balbúrdia fez-nos uma entrevista que tenta tocar toda uma série de vertentes do nosso trabalho e outros acidentes. Partilhamo-la num link directo, aqui.
Esperamos encontrar lá muitos amigos e leitores transatlânticos do Lerbd!
Agradecimentos a Rafael Coutinho, esse porra louca, e Renata Letícia e Isa Castro, pelo convite em participar no Des.Gráfica ao vivo, e Lielson Zeni, Maria Clara Carneiro, Pedro Franz, pela atenção dada.
Mais informação aqui e na página de Facebook.
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Pedro Moura
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7:02 da tarde
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AmadoraBD 2017: participação
O propósito principal é o da celebração dos espaços de leitura. Eis o texto que estará na apresentação dos núcleos, assinado por ambos:
« A diversidade da banda desenhada para todos os públicos e os álbuns ilustrados para a infância tem crescido exponencialmente em todos os sentidos. Há cada vez mais livros para mais tipos de leitores.
Distinguindo-se de tendências anteriores, há mais banda desenhada para um público feminino (o que não significa que os rapazes ou os homens não possam ler esses livros fantásticos!), tal como para um público mais maduro (tantos “romances gráficos”!), interessado em questões como as relações humanas realistas, política internacional, personalidades históricas nacionais ou até como fazer vinho. E há mais livros, despretensiosos, capazes de ensinar às crianças as raízes das descriminações raciais, de género, de idade, ou outras, que explicam como se constrói a democracia ou a memória, como brincar e cuidar dos nossos avós, e até como disparatar da forma mais criativa possível.
Os géneros clássicos continuam de boa saúde também, e com novos heróis e heroínas.
Esta exposição não pode mostrar tudo o que foi publicado nos últimos doze meses, mas enfrenta essa mesma variedade. Cada sala mistura livros para miúdos e para graúdos, livros sérios e livros tontos, tomos grandes e livrinhos esguios, uma vez que acreditamos que os leitores (e os livros) se devem misturar. Os pais devem ler com as filhas, mas os filhos também devem ler para os pais. E sozinhos. Ou com os colegas da escola, da natação, ou de jogar à bola lá na rua. E os pais podem falar deles lá no emprego.
Cada sítio cria a sua própria comunidade de leitores. Um bando de leitores no banco de jardim. Um cardume de outras leitoras no metro. Uma turma na escola. Outra no recreio. São tantos os sítios onde se pode ler! Pode ser qualquer lugar. Aqui estão apenas cinco.
Qual é o teu favorito? O nosso é... todos!»
Para além disso, estará patente na Bedeteca da Amadora uma exposição dedicada ao projecto The Lisbon Studio Series, a série de volumes antológicos desse colectivo, na qual temos participado enquanto argumentista da artista Marta Teives. O segundo volume, na verdade, será lançado no AmadoraBD. Os autores estarão presentes todos os fins-de-semana no Festival para autografarem as obras, inclusive nós mesmos (no último fim-de-semana somente).
Mais informação, aqui.
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Pedro Moura
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6:45 da tarde
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18 de outubro de 2017
A teia da Ilustração 1: Leonor Riscado
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3:35 da tarde
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5 de outubro de 2017
Hanuram, A fúria. Ricardo Venâncio (G. Floy/ComicHeart)
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5:40 da tarde
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Etiquetas: Portugal
22 de setembro de 2017
The Lisbon Studio = Filhos do Manguito
Ficam todos os leitores convidados a estarem presentes na vernissage da exposição Filhos do Manguito, uma acção do The Lisbon Studio, na próxima Sexta-Feira, dia 29 de Setembro, pelas 19h00, no Museu Bordalo Pinheiro, ao Campo Grande, Lisboa.
Trata-se de uma mostra em que os artistas residentes desse estúdio prestam homenagem ao Pai-de-Todos Bordallo, com versões contemporâneas do Zé Povinho, novos trabalhos de cartoons políticos acesos à hora, e respostas gráficas aos tantos gestos desse grande autor, sobretudo aquele gesto mais resistente que se cumpre com os braços cruzados.
Será lançado igualmente o livro-companheiro deste projecto, com a presença dos artistas.
Vinde, compradres!
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9:47 da tarde
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21 de setembro de 2017
Desenhar em cima da conserva. AAVV (Arranha-Céus)
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10:25 da manhã
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20 de setembro de 2017
Mutations. João Fazenda (auto-edição)
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10:27 da manhã
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Etiquetas: Portugal
19 de setembro de 2017
Onírico. Fabio Q (auto-edição)
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1:55 da tarde
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Etiquetas: Brasil
Colaboração com Mattia Denisse. Marginália da Mesa J de "Duplo Vê".
Poderão consultar directamente aqui.
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10:29 da manhã
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8 de setembro de 2017
Colaboração no du9: Le collectionneur de Briques. Pedro Burgos
Existindo uma oferta cada vez mais intensa de banda desenhada contemporânea de autores portugueses que se expressam em abordagens mais genéricas, convencionais e de grande público, o que é um passo importantíssimo em termos de circulação e diálogo, é importante não perder de vista, todavia, a possibilidade de dar continuidade a vozes cuja maturidade se vira para dimensões políticas e sociais que raramente são exploradas nesta linguagem. Afinal de contas, podemos ler O coleccionador de tijolos também como um retrato da sociedade portuguesa durante os anos da crise financeira, cujas repercussões se fizeram sentir em aspectos bem mais profundos do que se poderia imaginar à partida. O livro é, assim, apesar da sua superfície narrativa, uma espécie de mapa concentrado dos traumas das transformações operadas na cidade. E, dessa forma, Burgos entra em diálogo com uma tendência nestes discursos, assegurados por autores como Marco Mendes, Nuno Sousa, Pepedelrey, Joana Figueiredo e uns poucos outros.
O texto da crítica, em francês, encontra-se aqui, existindo uma versão inglesa, disponível no Yellow Fast & Crumble.
Nota final: agradecimentos ao autor, pela oferta do livro, e a Benoît Crucifix, pela tradução francesa.
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Pedro Moura
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8:37 da manhã
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