11 de março de 2014
Jiro Taniguchi, L’homme qui dessine. Benoît Peeters (Casterman)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
3:30 p.m.
8
comentários
7 de março de 2014
Dois livros entre escritores e quadrinistas brasileiros (Companhia das Letras).
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
11:49 a.m.
1 comentários
Etiquetas: Brasil
1 de março de 2014
Nu-Men. Fabrice Neaud (Quadrantes Soleil).
Quando damos início à possibilidade de analisar um livro, ela nasce desde logo orientada por uma qualquer perspectiva. Se num primeiríssimo momento não passa de uma impressão (ou uma “opinião”, passageira pela sua natureza própria, e não enquanto saliente pela percepção mas apta a ser moldada de alguma forma como a impressão), a decisão imediata de a fazer passar um determinado crivo vai transformar essa ideia ora numa leitura mais decidida, ora numa noção que vem alterar uma visão anterior, etc. Por hipótese, e olhando para um livro como este, que questões nascem logo? Tratando-se de uma série de álbuns, cujos dois primeiros volumes estão já disponíveis - o primeiro volume intitulando-se Guerre urbaine e o segundo Quanticafrique -, poderíamos lê-lo à luz da sua integração no mercado comercial de banda desenhada francês: uma série, aparentemente clássica, com um número standard de páginas e seguindo a materialidade mais usual destes objectos para sua nomenclatura e entrada nas estantes (algo discutido bastas vezes, e recentemente através do seu “assalto” com 978). Mas também se poderia procurá-lo explicar, digamos assim, na economia de género, a ficção científica, até mesmo hard, com laivos de teorias da conspiração, ou de trama policial, mas também com as inevitáveis invenções/projecções sociais que não são senão comentário sobre a cultura já em curso. Uma outra hipótese é a de considerar o seu autor, ou o seu percurso, e aí pode residir uma surpresa significativa. Fabrice Neaud, autor de um dos mais monumentais projectos da banda desenhada autobiográfica contemporânea produzidos até hoje, o Journal, uma obra que obriga a questões difíceis, “desviando-se” para uma história, para todos os efeitos, normalizada. (Mais)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
1:24 p.m.
0
comentários
Etiquetas: França-Bélgica, Mainstream
27 de fevereiro de 2014
La bédé-réalité. Julie Delporte (Colosse)
Este pequenino livro é a adaptação da tese de mestrado da autora, em História da Arte e Estudos Cinematográficos, sendo Delporte igualmente artista de banda desenhada, tendo publicado uma espécie de diário “solto” no seu blog, Le Dernier kilomètre, e, mais recentemente, pela Koyama, no ano de 2013, um colorido e livre Journal.
Querendo apenas fazer uma breve apresentação do volume e contestar uma sua metodologia, seremos relativamente breves. O advento de toda uma série de ferramentas e plataformas digitais implicaram, desde logo (e como em qualquer momento de novo advento tecnológico, da escrita à imprensa, passando pelo rádio e cinema), um processo de remediação. A autora emprega este conceito de modo directo, a partir de uma famosa obra de J. D. Bolter e R. Grusin, Remediation: Understanding New Media, no qual os autores formulam esse novo conceito, ou uma nova maneira de entender um conceito herdado de McLuhan como “a lógica formal através da qual novas tecnologias mediáticas refabricam formas mediáticas anteriores”. Isso permite uma análise de qualquer nova tecnologia a partir da perspectiva de entender como é que ela negoceia uma qualquer forma anterior. No caso presente, esse é desde logo um problema de partida. A autora não é suficientemente flexível na consideração das categorias que indica e pretende analisar, criando, por um lado, considerações de géneros literários (a “autobiografia”), e por outro, de suportes tecnológicos (“álbum”, “graphic novel”, “blog”, etc.). Ainda que a autora compreenda que não segue uma ideia desincorporada de “conteúdos” e “formas”, ainda assim ela acaba por abrir espaço a alguns mal-entendidos nesse sentido. (Mais)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
2:45 p.m.
0
comentários
Etiquetas: Academia, Autobiografia
25 de fevereiro de 2014
Dois títulos. Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso/Bernardo Carvalho (Planeta Tangerina)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
2:38 p.m.
0
comentários
Etiquetas: Ilustração, Infantil, Portugal
23 de fevereiro de 2014
Iron: Or, the War After. Shane-Michael Vidaurri (Archaia)
O livro lança-nos de imediato no interior de uma confluência de géneros, por um lado um género narrativo, o da histórias de guerra, espionagem e traição, e os preços “humanos” a pagar nesse conflito, por outro um de género-estilo, uma vez que temos animais antropomorfizados no centro das acções. Mas se não cremos na equação separável de uma forma e de um conteúdo, este é um daqueles casos em que a conjunção não funciona, a um grau tal que mostra a distância entre uma e outro. (Mais)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
11:33 a.m.
0
comentários
Etiquetas: EUA
21 de fevereiro de 2014
Zoom. Istvan Banyai (Kalandraka).
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
10:41 a.m.
0
comentários
Etiquetas: EUA, Ilustração, Infantil
16 de fevereiro de 2014
How to Look. Ad Reinhardt (David Zwirner/Hatje Cantz)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
12:30 p.m.
2
comentários
Etiquetas: EUA, Territórios contíguos
9 de fevereiro de 2014
Dois livros. André Diniz (Desiderata)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
3:17 p.m.
0
comentários
Etiquetas: Brasil
7 de fevereiro de 2014
A Kick in the Eye. AAVV (auto-edição)
Publicada por
Pedro Moura
à(s)
11:16 a.m.
1 comentários
Etiquetas: Experimental, Territórios contíguos







