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28 de novembro de 2019

Comics Memory a 9,99

Serve o presente para informar que a Palgrave está a fazer uma enorme promoção dos seus volumes, inclusive monografias e antologias académicas sobre banda desenhada, entre os quais encontrarão Comics Memory. Archives and Styles, no qual colaborei e dei conta anteriormente. Mas há muitos outros volumes que poderão ser do interesse de outros leitores, desde aspectos económicos a temas específicos, tradições internacionais e abordagens formais. Mais informações aqui.

3 de julho de 2019

Pré Carré # 13

Serve o presente post para somente indicar que foi publicado o 13º número da Pré Carré, uma revista independente, de expressão francesa, que debate várias das dimensões teóricas, ensaísticas, históricas e sociais como pensadas por artistas e pensadores informais. Os aspectos académicos são colocados de lado, e o experimentalismo e o left field revelados de formas descontraídas e criativas. 

Tive o imenso prazer de ter sido convidados a colaborar nesta revista, tendo porém apresentado um texto já conhecido dos leitores do Lerbd, sobre o volume de poesia acompanhada de imagens, de Rui Pires Cabral, Biblioteca de Rapazes

Agradecimentos aos editores.


10 de junho de 2019

Participação em Colóquio: Braga, 13 de Junho.


Por ocasião do Colóquio Internacional «Figuras do pós-humano. Literatura, Cinema, Banda Desenhada», organizado pelo CEHUM, em Braga, tenho a honra de ter sido convidado a participar com a conferência plenária. Assim sendo, dia 13, pelas 10h00 no auditório do ILCH, na Universidade do Minho, apresentarei a comunicação: "Espectros do vivente na banda desenhada".

Mesmo em casos de fantasia extrema, o antropomorfismo é patente. Mesmo o teriomorfismo, que não é mais do que um falso "devir-animal", reconduz sempre à territorialização e à subsunção de toda a esfera da natureza aos propósitos humanos. Tudo é dessubjectivizado face ao ulterior interesse humano. Procurarei, portanto, explorar questões de representação de entes não-humanos em vários textos de banda desenhada, em formas cada vez mais complexas. O propósito não é apenas o de questionar o vivo, descentrando o humano, mas procurar entender como como formas de questionamento estrutural da própria banda desenhada enquanto meio pode levar a modos de imaginar um alargamento daquele espectro. 

Link directo, com apresentação, programa, etc., aqui.

31 de março de 2019

Colaboração: Pentângulo # 2

Este outro post aponta ao facto de que o segundo número da Pentângulo, a antologia criada no seio da escola Ar.Co, e publciada pela Chili Com Carne, também já está produzida e será lançada nos próximos tempos. Neste segundo momento participamos apenas com um pequeno texto ensaístico, intitulado "Fuck Nostalgia", no qual, de uma forma muito sucinta, e sem grandes instrumentos académicos, tentamos criar uma breve tipologia do que esse termo, nostalgia, pode significar em termos de produção de banda desenhada, a maior parte das vezes apenas para repetir clichés, mas em algumas excepções criando-se verdadeiros caminhos para trilhar e fundar o futuro deste modo de expressão. 

Encontrarão trabalhos de alguns alunos, francamente promissores e frescos, assim como peças de veteranos como o Francisco Sousa Lobo, André Pereira, Amanda Baeza. A capa é feita por um jovem que tem futuro, um tal de Nuno Saraiva. 

Colaboração: «Júlio Pomar, o 'Jogo da Cabra Sábia'»

Serve o presente post para dar conta da participação num volume de natureza académico, nascido de um seminário organizado pelo Centro de Estudos Comparatistas, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em torno da relação de Júlio Pomar com várias disciplinas artísticas. Coordenado pela Professora Doutora Kelly Basílio, e levado a cabo em 2014, levou algum tempo até se concretizar a publicação deste livro.

Colecciona uma série de textos por investigadores, professores catedráticos, e pensadores da arte. Uma companhia de peso para os nossos pobres argumentos. 

O nosso texto intitula-se «'Como é que ele tirou isto daquilo?' Ou, Júlio Pomar, Ilustrador». Através da análise próxima de alguns trabalhos de ilustração para livros de Alberto de Lacerda, Maria Velho da Costa, José Gomes Ferreira, e integrando-os na longa carreira pictórica e de desenho de Pomar, interrogamos não apenas os modos como este artista em particular traz autoridade à ilustração para além da sua natureza de "resposta" à coisa literária, como também como a própria ilustração merece uma atenção e instrumentos críticos próprios, não sendo uma disciplina menor, uma necessidade alimentícia, e muito menos "pecadilhos de juventude".

Júlio Pomar, o 'Jogo da Cabra Sábia' é publicado pela Húmus, 2019. 

8 de março de 2019

Encontros Interdisciplinares da Imagem Animada 2019.

É com imenso prazer e honra que anuncio os Encontros Interdisciplinares da Imagem Animada, a ter lugar no próximo 19 de Março, na ESEC da Universidade do Algarve. 

Trata-se de um dia de mesas-redondas, inseridas no curso de Imagem Animada, com a presença dos realizadores Pedro Brito e Filipe Abranches, e os criadores de projectos multimédia Filipe Duarte Pina e Miguel Falcato. Apesar de desenhado com o intuito de aproximar os alunos do curso de profissionais de relevo, estes encontros estarão de portas abertas a todos aqueles que queiram assistir e participar, e esperamos que seja o primeiro de futuros.

Mais informações na página da escola.

6 de março de 2019

Colaboração com a "Mundo Crítico"

Conforme havíamos informado anteriormente, quando do lançamento do 2º número da Mundo Crítico, a nossa colaboração com este título será regular.

No novo número, a curadoria da secção "Ecos Gráficos" levou ao convite à autora Dileydi Florez, que criou uma espécie de mini-diário sobre a antologia que ela própria coordenou, Nódoa Negra, publicada pela Chili Com Carne. 

É nesse sentido que o nosso artigo - intitulado "Sororidade: Ou, como caminhar ao lado de alguém" - incidiu numa breve resenha desse mesmo volume, integrando-o num contexto maior da criação de banda desenhada por autoras mulheres. Poderão aceder à revista em pdf aqui, ou directamente ao artigo aqui

16 de fevereiro de 2019

Participação em "Todas as Palavras"


Olá a todo@s.

Serve o presente post para vos informar que esta manhã, às 10h00, na RTP3, no programa Todas as Palavras, de Inês Fonseca Santos, participarei numa curta conversa, focando-nos em Os Regressos, co-autorado com Marta Teives. Disponível posteriormente no RTP Play.
Agradecimentos à Inês Fonseca Santos, pelo convite, que muito nos honra. 

25 de outubro de 2018

@ 29º FIBDA. 2018


Abre amanhã, dia 26 de Outubro, ao fim do dia, o 29º Festival Internacional de banda desenhada da Amadora, no Fórum Luís de Camões.

Apesar das dores de cabeça, lá acabei por participar em vários papéis:

1. Co-comissário, com Sílvia Borges da Silva, da exposição "Ano Editorial 2017-2018" (um pequeno milagre ter sido possível fazê-la)
2. Participação nas sessões de autógrafos, a propósito de Os Regressos (Polvo), do qual sou argumentista, para maravilhosa lavra gráfica de Marta Teives 
3. Participação em algumas das conversas associadas a lançamentos e/ou a presença de autores estrangeiros em Portugal.

Há muito, e pormenores, ide ver aqui.

"Ensinar a editar": 28 OUT, 18h00 @ Feira Gráfica


Estaremos presentes este Sábado, dia 28 de Outubro, pelas 18h00, na conferência "Ensinar a editar", em muito boa companhia, acção integrada na Feira Gráfica, ao mercado de Santa Clara (Feira da Ladra), em Lisboa, todo o fim-de-semana.

Antes disso, estaremos presentes na banca da Oficina do Cego, associação de que somos membros, com algumas das nossas publicações. Mas a mais a ver, ler e conversar.

Apareçam!

Programa, aqui.

6 de agosto de 2018

Artigo em «Comics Memory. Archives and Styles»

Serve este post para informar que foi publicado um artigo nosso, intitulado "The Ever-Shifting Wall: Edmond Baudoin and the “Continuous Poem” of Autobiography", num volume acabado de editar, a saber, Comics Memory. Archives and Styles.

Este volume pertence à série Palgrave Studies in Comics and Graphic Novels, que se tem tornado uma das mais prestigiadas plataformas académicas especializadas de livros em torno de Estudos de Banda Desenhada, juntamente com as "presses" das universidades do Mississippi, Rutgers, Leuven, entre outras, pelo que é uma tremenda honra estar na companhia destes nomes e trabalhos.

13 de julho de 2018

Colaboração com a "Mundo Crítico".

Serve o presente post para anunciar que foi lançada oficialmente ontem o segundo número da revista Mundo Crítico, uma publicação da Associação para a Cooperação entre os Povos, que reúne uma série de entrevistas, ensaios e artigos em torno das questões da cooperação, colocando esta edição sob a égide do tema da "inovação".

Ora, deve-se este anúncio ao facto de que, a partir deste número, passamos a participar nesta publicação num papel duplo. Em primeiro lugar, contribuiremos com um ensaio que tanto procurará responder à temática proposta como possibilitando uma ligação, por mais ténue que seja, com a segunda parte, adiante explicada. A resposta ao tema, naturalmente, criará ligações com as matérias que mais nos ocupam o tempo. É por essa razão que nos focámos aqui no filme Black Panther, de Ryan Cooger, para auscultar uma das dimensões mais interessantes desse filme: a sua capacidade de re-imaginar um pais africano detentor de uma autonomia tecnológica total, permitindo, por sua vez, resgatar um poder identitário de uma imaginação africana não-subsumida a sistemas imaginados "de fora". Assim, escrevemos "Black Panther: deitar abaixo os obstáculos de imaginar outra coisa". 

Em segundo lugar, asseguraremos um papel de curadoria de uma nova secção de banda desenhada, intitulada "Ecos Gráficos", nas quais convidar-se-ão e coordenar-se-ão trabalhos inéditos de autores portugueses ou a viver em Portugal que respondam, de alguma forma, às mesmas preocupações temáticas. Nesta primeira aventura, Darsy Fernandes apresenta-nos a história de duas páginas "P.A.L.O.P."

Ficam aqui os agradecimentos ao Alain Corbel, pela possibilidade de contacto, e à Dra. Fátima Proença e a toda a equipa da ACEP responsável pela publicação.

22 de junho de 2018

"Magma", colaboração na Strapazin no. 130

No último Abril, o Festival Internacional de Banda Desenhada Fumetto, em Lucerna, Suíça, apresentou como exposição central o projecto "Magma". Trata-se de uma colaboração à distância entre um grupo de autores suíços , que conta, por um lado, com  Fanny Vaucher, Corinne Odermatt, o colectivo Ampel, e a artista Anete Melece, da Lituânia, e por outro com uma "embaixada do Brasil", agregando Fábio Zimbres, Diego Gerlach, Rafael Coutinho e a artista visual Talita Hoffman. Ainda que nenhum destes grupos participasse como um "bloco nacional", mas bem pelo contrário como artistas altamente idiossincráticos, inclusive no seu entendimento formal e estético do que pode ser entendido como "quadrinhos", o projecto foi elaborado através de um contacto directo. 

Os artistas trocaram uma série de impressões, ideias e imagens ("trocar cromos" é um pensamento que nos ocorreu de imediato), que serviria para que houvesse uma rede de comunicação e possível influência mútua. Através desse trabalho de bastidores, os artistas desenvolveram trabalhos originais, alguns mais próximos do material trocado do que outros, uns investigando mais profundamente questões de identidade ou de potencialidades artísticas do que outros mas sem dúvida que em resposta a esse contacto. Esta é uma das dimensões interessantes do Fumetto, que como que encomenda trabalhos originais e imediatamente associadas a essa mesma circunstância.

A selecção dos artistas foi coordenada entre a directora do Festival, Jana Jakoubek, o artista brasileiro Nik Neves, e os resultados seriam publicados no número 130 da revista Strapazin.


Tivemos o grato prazer de sermos convidados a observar o trabalho de troca de comunicações entre os artistas e a génese e desenvolvimento de alguns trabalhos, com o intuito de escrevermos um ensaio associado à acção. Os resultados podem ser vistos e lidos em alemão e português (o nosso texto foi escrito sob a norma do Brasil), aqui.
Nota final: agradecimentos à Jana e ao Nik, pela amizade instantânea e confiança, assim como a Talaya Schmid, editora da Strapazin.

18 de junho de 2018

LEBD: Zines e blogs de workshops.


Para além da nossa actividade crítica (nos últimos tempos, sofrendo em termos de produção nos blogs), académica, docente e criativa, temos o imenso prazer de administrar de quando em vez workshops para pessoas mais jovens, e por vezes menos jovens, mas que jamais tinham criado banda desenhada. Serve o presente post tão-somente para mostrar as capas de alguns fanzines produzidos nos últimos anos, na escola Nextart e no Liceu Francês, assim como revelar um novo blog que mostra os resultados de outro workshop levado a cabo numa escola primária: Peixaria de Tascoaes.
Divirtam-se.

30 de maio de 2018

Colaboração no Bandas Desenhadas: Marco Mendes no Jornal de Notícias.


Apesar de já termos colaborado no passado, de várias formas, com o site Bandas Desenhadas, essa colaboração tem ganho nos últimos tempos novos contornos. Apesar de, também, não haver previsão de ritmos e rotinas, haverá porém uma mais regular contribuição para objectos textuais que não de resenhas críticas de livros, as quais continuarão a ter existência no Lerbd e no Yellow Fast & Crumble.

Assim sendo, esta é apenas uma pequena mas feliz notícia relativa ao autor Marco Mendes, que poderão ler aqui.

29 de maio de 2018

31 de Junho: Pentângulo na Feira do Livro


Serve estoutro post para anunciar que na próxima Quinta-feira, dia 31 de Maio, estaremos presentes no pavilhão C41 da Feira do Livro de Lisboa pelas 18h00, em companhia de outras pessoas, para promover a antologia Pentângulo, de que já havíamos falado e na qual participámos enquanto formador/autor.

Apareçam!

Mais informações sobre a editora na Feira, aqui.

Os Regressos. Pedro Moura e Marta Teives (Polvo)


Serve o presente post tão-somente para informar os leitores deste espaço que acabámos de lançar, no Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, o livro Os Regressos, publicado pela Polvo, em co-autoria e com desenhos de Marta Teives.

Trata-se de uma novela, no verdadeiro sentido do termo literário, com 60 pranchas de banda desenhada, entre um realismo rural e um imaginário a recuperar. Não nos caberá a nós, naturalmente, o seu juízo, ficando nas mãos dos seus putativos leitores. Mas ficam os agradecimentos à artista e ao editor, pelo convite e abertura. 

A sua distribuição estará em curso, e anunciaremos o seu lançamento em Lisboa em breve.

16 de maio de 2018

Colaboração no Bandas Desenhadas: Como falar com raparigas em festas, de J. C. Mitchell

Três pontos de convergência. 

Primo: a Bertrand publicou a adaptação do conto de Neil Gaiman por Fábio Moon e Gabriel Bá, de que já tinha antes falado, e para cujas considerações volto a remeter. 

Secondo: a adaptação cinematográfica, assinada por John Cameron Mitchell, do memorável Hedwig and the Angry Inch, apesar de pronta há um ano, estreia agora no circuito internacional e a sessão de imprensa em Portugal foi na semana passada. No fim deste mês, estará em exibição. Em suma: pfff.

Tertio: o site Bandas Desenhadas permitiu-me assistir à mesma, convidando-me a escrever uma resenha ao filme. 

Vi e fiz, num registo bem distinto do que costuma ser o linguarejar do Lerbd. Para pior, claro. Texto aqui.

Nota final: agradecimentos à Bertrand, pelo envio do livro, e ao BD.com, pelo acesso. 

30 de abril de 2018

Best of 2017: para Paul Gravett.

Desde 2011 que participamos na chamada de Paul Gravett em contribuir para a "Perspectiva Internacional" do seu site, em que se mostram algum dos mais interessantes títulos de banda desenhada saídos no ano anterior de uma série de países, um trabalho muito interessante e bem mais diversificado do que o usual, por todas as limitações imagináveis.

Uma vez que já nos explicámos várias vezes sobre o que pensamos de listas e tops, continua a ficar apenas a nota que desejamos tão-somente que alguns destes livros tenham uma atenção mais alargada para além das nossas fronteiras e língua, e possam ser vistos como bons gestos no interior dos seus territórios, por mais distintos e incomparáveis que sejam entre si.

Este será o último ano em que participamos, passando a responsabilidade para o Gabriel Martins, a quem desejamos um bom trabalho. E ficam aqui também os profundos agradecimentos ao Paul Gravett e a sua amizade.

Link para a lista de 2017 aqui.

2 de março de 2018

Pentângulo 01. AAVV (Ar.Co/Chili Com Carne)

Serve o presente post para indicar que já está em circulação e venda o primeiro volume da Pentângulo. Trata-se de um projecto nascido no seio dos cursos de banda desenhada e ilustração (e afins) do Ar.Co, em colaboração com a editora Chili Com Carne, e pretende ser um gesto anual.

Estes livros agregarão quer trabalhos desenvolvidos no decurso do próprio processo de ensino-aprendizagem, destacando-se os melhores "T.P.C.s", quer projectos pessoais dos alunos, que se integrarão no ensejo central do título. É o caso das produções de Sara Boiça, Mathieu Fleury, Simão Simões ou Stéphane Galtier. Em princípio, existirá uma linha temática que conduzirá uma das partes dos volumes, que é depois explorada da forma mais variada possível. Neste primeiro gesto, o tema foram as mulheres artistas dos vários movimentos das vanguardas estéticas do início do século XX, sobretudo russas. 

Mas haverá igualmente oportunidade para envolver ainda, como é o caso, os professores ou antigos alunos, que poderão ir conquistando maior ou menor espaço na paisagem editorial destes campos. Com efeito, encontrarão aqui trabalhos de autores como Rodolfo Mariano, Cecília Silveira (com uma peça a um só tempo divertidíssima e politicamente forte), Vasco Ruivo, Dileydi Florez (uma peça visualmente soberba), o colectivo Triciclo, Martina Manyà, Gonçalo Duarte e Igor Baptista, cujos nomes têm já lugar nos circuitos de fanzines ou da edição independente, e conhecidos dos leitores mais atentos. Francisco Sousa Lobo, antigo aluno, dispensará apresentações, dada a sua fortíssima presença e produção na "cena" nacional. Daniel Lima (na capa) e Amanda Baeza também participam, na qualidade de formadores da casa.


Também na qualidade de docente daquela instituição há uns anos, e como aspirante a argumentista, participo no volume duplamente. Em primeiro lugar, com um brevíssimo ensaio sobre o plágio na banda desenhada. Em segundo lugar, com uma história de dezassete pranchas (mais título), que respeita o tema indicado acima mas através de uma ficção, e com desenhos de Carolina "Zarolina" Moreira, Vasco Ruivo, Cecília Silveira e Martina Manyà, cada uma destas assinaturas tomando uma das camadas de Estratigrafias (a imagem que mostro é uma montagem de cortes).

Procurem!