A convergência da cada vez mais forte
da capitalização de tudo, inclusive as culturas populares, que
inclui as sub-cultura infanto-juvenil, geek, e high
fantasy, e os modos como criam zonas de intersecção, levam a
que seja sempre particularmente complicado conseguir escapar a certas
fórmulas e tropos associados a géneros determinados. Este minúsculo
livro, que junta quatro aventuras de dois aparentes cavaleiros de ar
medieval, e cuja continuidade entre si é discutível mas uma clara
possibilidade, cria elos mais o que óbvios com sagas como O
Senhor dos anéis, e todos os textos derivados, da obra de R. E.
Howard (Conan e Kull) e, mais recente, A Guerra dos Tronos. 









